sábado, 27 de junho de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Dar nome a alguma coisa é a vontade de controlar e dominar o processo, como se a palavra materializasse com sua concretude a vida dos acontecimentos...Acontece que não controlamos nem dominamos nada, o processo é fluido e a construção não tem limites...vivemos desconhecendo nossas potencialidades e seguir frente ao infinito é compartilhar o céu e viver o impossível...
Vamos?
Vamos?
segunda-feira, 9 de março de 2015
Sem fim
"...o tempo do preenchimento pós encontro,com seus desdobramentos e precisão de verdade que sacia.Não seria o amor o pós encontro da paixão,não seria o amor a paixão prolongada pelo tempo, pelo trabalho e pela fé.Nas sucessões de encontros de eternos eus e nós que renascem diariamente,o que seria mais sedutor que o inédito nas possibilidades da vida?Mas não seria a reafirmação do encontrar-se novo, e mesmo assim encontrar a si e ao outro, o verdadeiro milagre diário do conviver euforia?O presente renovado é encontro sempre. Definitivamente o pós encontro não existe.Alegremente jamais seremos os mesmos..."
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Mais do mesmo,
de vez em quando
atravesso a fina membrana
das paredes de nos.
Feito de eu, mim, passarinhos e borboletas.
Mobiles coloridos na dança do ver
imensidão de caminhos novos
em suas curvas, subidas, descidas e encostas.
Outra vez ouço a palavra do silencio
ritmada com o pulsar de ser inteiro
nos renascimentos diários
nos renascimentos diários
de fragmentos a serem descobertos.
Longe das expectativas do sem fim
encontro o reencontro a poesia
no espaço vazio de infinitas cores
e na construção diária
do compartilhar céu.
do compartilhar céu.
sábado, 23 de agosto de 2014
Essencial
Um poeta disse uma vez para que amemos as perguntas, durante sua construção penso que o simples debruçar sobre determinado assunto já nos coloca imerso em um universo de respostas ainda adormecidas mas indiscutivelmente vivas...Difícil pensar no essencial quando somos atropelados por comandos e diretrizes desde que nascemos até o sempre. As perguntas nos transporta para uma dimensão do pensar e do criar em um espaço infinito de possibilidades que diariamente nos é apresentado e insistimos em não olhar. Amo as perguntas. Ousar questionar é ousar criticar o natural e o naturalizado, cristalizado em nosso cotidiano pelos vigiar constante dos olhares ávidos de nós e do mundo. Mas a engrenagem da vida ganha movimento no tecer das questões cotidianas e em sua prática no exercício do pensar e do viver. No reinventar diário das células e micropartículas de sonhos ofuscadas pelas luzes das cidades barulhentas. Somos potencia, somos vida, somos sonhos. Somos passado, presente e futuro na materialidade do real. Somos o eterno mediar , a membrana invisível entre nossos mares rasos e profundos e um mundo que se reinventa a medida que caminhemos. O encontro conosco ou com o externo é a dadiva de estarmos vivos. O poeta segue dizendo: A vida é a arte do encontro. E o essencial continua invisível aos olhos .
sábado, 9 de agosto de 2014
Somos voz além da palavra no infinito de sermos imensidão.
Dos mundos em nós, somos dança, rabisco, memória e escolhas.
Somos potencia, imagem , som e silencio.
Futuro do hoje, presente do agora.
Ritmo acelerado no cansaço do pensar palavra.
Somos a eterna distancia entre realidades descompassadas no amanhecer de sempre.
Sempre vontade.
Sempre busca.
Sempre encontro.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
hj enxergo a comunicação como algo essencial a existência...se não estabelecermos uma comunicação com o interno e o externo, acabamos com o movimento e caímos da bicicleta vida...mas o mais louco é que a sociedade não nos facilita a uma comunicação genuína ....a sensação que tenho é que gastamos muita energia para um grama de comunicação...falamos,falamos falamos e nunca chegamos na camada do essencial...acho que a vida cotidiana utilitarista a entende como recurso e não como premissa para estarmos vivos.
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