De que forma posso chegar ao outro...De que forma posso chegar a mim mesma?Como posso tocar o chão e o ar dentro das limitações de meu corpo?
Conhecer as varias línguas, as várias sílabas, as varias palavras, e explodi-las...e amplia-las e recolori-las de forma que não mais aprisionem o ar...O artigo indefino da mediação...O artigo definido da prisão...A possibilidade de bailar na imensidão...E cantar pra pluralidade das percepções...Percepções sem acões...Percepções sem visões...Sono sem sonhar...Viver sem acordar...Parar e pensar...Que o caminho estará lá...Sem ao menos caminhar...
quarta-feira, 23 de junho de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Tempo
“Descobrir-se artesão,num mundo de campeão
Sentir cotidianamente o pulsar do não.
Mergulhar nas profundezas da realidade
E submergir ser sozinho.
Numa linguagem sem voz o silencio
Abre as portas pro espetáculo diário.
E o essencial jamais é dito.”
Sentir cotidianamente o pulsar do não.
Mergulhar nas profundezas da realidade
E submergir ser sozinho.
Numa linguagem sem voz o silencio
Abre as portas pro espetáculo diário.
E o essencial jamais é dito.”
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Canção
Que as veias abertas de nossos sonhos,
não sejam obstruidas pela realidade perdida
E que nossa sustentação não se dissipe
Com as notícias de ontem, nem com as modas do verão.
Caminhemos sobre pernas que suportem o mundo
E sintonizemos nossos ouvidos
Com as ondas de nossos mais profundos mares
Nos revoltemos com que reprima
aos movimentos de nossos corpos.
Enxergando as pedras que paralisam nossos passos
E que nesse caminho seja mantida
a ingenuidade dos que se alegram sem razão,
e a malicia dos que vem além.
Num equilibrio útopico,que cabe numa nota de Vida.
não sejam obstruidas pela realidade perdida
E que nossa sustentação não se dissipe
Com as notícias de ontem, nem com as modas do verão.
Caminhemos sobre pernas que suportem o mundo
E sintonizemos nossos ouvidos
Com as ondas de nossos mais profundos mares
Nos revoltemos com que reprima
aos movimentos de nossos corpos.
Enxergando as pedras que paralisam nossos passos
E que nesse caminho seja mantida
a ingenuidade dos que se alegram sem razão,
e a malicia dos que vem além.
Num equilibrio útopico,que cabe numa nota de Vida.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Amadores
O inédito invade o imprevisível como um raio
E a magia do agora predomina sempre
O palpável reside na ocupação existencial do tempo
E nunca estaremos prontos o bastante
Que abram as cortinas da vida
e nos permitam a leveza da imperfeição.
Que abram as cortinas da vida
e nos permitam o risco do conflito
Que abram as cortinas da vida
e não fechem as de nossos corações.
E a magia do agora predomina sempre
O palpável reside na ocupação existencial do tempo
E nunca estaremos prontos o bastante
Que abram as cortinas da vida
e nos permitam a leveza da imperfeição.
Que abram as cortinas da vida
e nos permitam o risco do conflito
Que abram as cortinas da vida
e não fechem as de nossos corações.
terça-feira, 23 de março de 2010
Vivos
Por que não ousa saber ?
Em conta gotas de realidade
A aridez de sua própria historia.
Por que não ousa tocar?
O momento que ainda possui
e cabe em suas próprias mãos
Por que não ousa olhar?
O muro oculto além do horizonte.
Arriscando-se a ocupar o nada.
Vendo com olhos que pertencem
Sentindo com mãos que transforma.
A brisa leve do dia que nasce.
Em conta gotas de realidade
A aridez de sua própria historia.
Por que não ousa tocar?
O momento que ainda possui
e cabe em suas próprias mãos
Por que não ousa olhar?
O muro oculto além do horizonte.
Arriscando-se a ocupar o nada.
Vendo com olhos que pertencem
Sentindo com mãos que transforma.
A brisa leve do dia que nasce.
sábado, 13 de março de 2010
Aqui
Ser,
presente do instante,
dispensando pensamentos
atuando na pura essência
Do estar distraidamente ar...
Aberto a tocar o espaço além
Permitir-se arriscar
Na imagem do que se faz
Poesia na firmeza do olhar
Leve para caminhar
Direção que se traduz
Composto na matéria
De arroz,feijão e voz
Se sujar e com as mãos
Moldar a grandeza de estar
Distraidamente ar...
presente do instante,
dispensando pensamentos
atuando na pura essência
Do estar distraidamente ar...
Aberto a tocar o espaço além
Permitir-se arriscar
Na imagem do que se faz
Poesia na firmeza do olhar
Leve para caminhar
Direção que se traduz
Composto na matéria
De arroz,feijão e voz
Se sujar e com as mãos
Moldar a grandeza de estar
Distraidamente ar...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Terra e Mar
Descobrir-se aridez,
Olhar o tudo, entender o tudo...
Tocar o momento com mãos que vêem
Experimentar com alma que transforma
A gente no tempo,agente de seu tempo...
Que a ilusão da completude perdida
Movimente nossos mares
E a certeza do caminhar coerente
traga a paz que tanto almejamos.
Olhar o tudo, entender o tudo...
Tocar o momento com mãos que vêem
Experimentar com alma que transforma
A gente no tempo,agente de seu tempo...
Que a ilusão da completude perdida
Movimente nossos mares
E a certeza do caminhar coerente
traga a paz que tanto almejamos.
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