Me da sua mão,o horizonte é aqui,na exatidão do momento do sim onde nada é pesar.Me da sua mão, respiramos no interstício do silêncio e ocupamos os segundos com as expansões de nosso ser, soltos nas memórias futuras do que se é. As urgências se apequenam e nada é catalogado na avidez do controle vão. Não seria o impulso o caos primário na criação do céu de estrelas cadentes? Da terra, o caminhar juntos no ritmo sagrado de nossa pulsão, pela fluidez de ser inteiramente sonho feito de sol.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
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